I knew, I knew I’d lose you…
You’ll always be special to me…
Special to me…
To me…
(via 0ceanwav3s)
Sentia-se pesado, lerdo, desconfortável como se não coubesse dentro do próprio corpo, suspenso entre ter perdido um jeito antigo de comandá-lo e ainda não ter encontrado o jeito novo. Que devia haver um.
Mesmo que alimentasse o hábito de materializar anjos e fadas sentados à beira de sua cama a perguntarem gentis o que desejava mais profunda e loucamente entre todas as coisas da vida inteira, o que mais queria de tudo que existe no universo infinito — e respondesse sempre, singela e sincera: tornar a encontrá-lo —, nunca mais voltou a vê-lo.
Você é uma possibilidade minha. Possibilidade não verbalizada. Como um sentimento sem nome, feito de uma palavra estranha. Palavra que nunca vai caber em dicionário nenhum, e que ninguém nunca vai inventar.
