I like being alone.
I like drinking coffee alone, and reading alone.
I like riding the bus alone, and walking home alone.
It gives me time to think, and set my mind free.
I like eating alone, and listening to music alone.
But when I see a mother with her child;
A girl with her lover;
Or a friend laughing with their best friend;
I realize that even though I like being alone
I don’t fancy being lonely.
(via acumulando-desafetos)
Olha, estou escrevendo só pra dizer que se você tivesse telefonado hoje eu ia dizer tanta, mas tanta coisa. Talvez mesmo conseguisse dizer tudo aquilo que escondo desde o começo, um pouco por timidez, por vergonha, por falta de oportunidade, mas principalmente porque todos me dizem sempre que sou demais precipitado, que coloco em palavras todo meu processo mental (processo mental: é exatamente assim que eles dizem, e eu acho engraçado) e que isso assusta as pessoas, e que é preciso disfarçar, jogar, esconder, mentir. Eu não queria que fosse assim. Eu queria que tudo fosse muito mais limpo e muito mais claro, mas eles não me deixam, você não me deixa.
Eu quero o risco, não digo. Nem que seja a morte.
(via d3ssins)
(via isrough)
Por favor, quis pedir, me leva daqui, preciso de ajuda antes que seja tarde demais. Mas não era permitido.
Bem, eu estive na cidade por apenas quinze minutos. Amor, eu me sinto tão deprimido e não sei porque…
Eu gostava muito da Clarice e queria agradar um pouco a ela. Ela ja morreu, mas sempre acho que a gente pode continuar querendo agradar a quem já morreu. Gosto de pensar que quem já morreu fica num lugar quentinho, que a gente não vê, cuidando de quem ainda não morreu. E se você quiser agradar a essa pessoa, é só fazer coisas que ela gostava. Aí ela fica ainda mais quentinha e cuida ainda melhor da gente.
Ah! como eu precisava tanto de alguém que me salvasse do pecado de querer abrir o gás.
Enumerou: tarde demais para a alegria, tarde demais para o amor, para a saúde, para a própria vida, repetia e repetia para dentro sem dizer nada…
E Clarisse está trancada no banheiro…
…e faz marcas no seu corpo com seu pequeno canivete. Deitada num canto, seus tornozelos sangram.
E a dor é menor do que parece. Quando ela se corta ela se esquece que é impossível ter na vida, calma e força.
Viver em dor.
O que ninguém entende.
Tentar ser forte a todo e cada amanhecer.

(via thesimpsonswayoflife)










